A minha história com viagens é um curso predestinado. Meu interesse por terras distantes é caseiro e bem familiar. Vem de meus avós maternos. Meu avô Bernardo desde muito cedo me contou como deixara a Rússia e levara a profissão de barbeiro em navios de carga e passageiro. Embarcava sempre com uma passagem barata, em viagens de longa travessia, perseguindo portos de terras longínquas, vendendo a bordo seus serviços de barba e cabelo. "Eu gostava de ver os homens de barba crescida entrarem sujos e saírem limpos", ele dizia. "Tudo perfumado e asseado".

Assim fazia o dinheiro necessário para permanecer nos portos que mais lhe cativavam e se deixava ficar no lugar. Entregou-se ao ofício de ir e vir até que no porto do Rio, a caminho da Argentina, encantou-se com a cidade de tal jeito que ali fixou ancoras eternamente (como eu naturalmente ainda farei um dia).

Com a minha avó Chlima, a história foi diferente, mas semelhante. Foi entregue por sua mãe a uma senhora de posses para ser cuidada enquanto minha bisavó, por necessidade, dirigia- se à América (Brasil). A boa senhora morreria alguns anos após a partida de minha bisavó. E, com o panorama cultural e político da antiga União Soviética, minha avó viveu então uma vida movimentada até ser finalmente entregue ao orfanato em Odessa e ali permanecer tranquila e feliz com os seus 16 hâmisters, até que sua irmã mais velha iniciasse o plano audaz de sair do país contra vontade de minha avó e não muito a favor da vontade do Estado.

O que apreendi deste convívio é o que perpetuei em mim e nos que me cercam: o desejo por um gozo e uma fruição de liberdade, pouco cultivada em nossa sociedade, principalmente na educação de mulheres. Difícil conceber, mas a verdade é que fui treinada para partir em busca das minhas próprias asas, incentivada a deixar a trama de minha crisálida e irromper borboleta em voos de viagens. Sim, é preciso gozar de muita liberdade a fim de se fazer uma viagem, no sentido mais amplo que se possa dar a esta palavra. Viajar, dentro de certa dimensão, é almejar uma virilidade sem pudor ou desfaçatez, sem timidez. Com meus avós e por causa deles, almejei uma liberdade cuja extensão dificilmente tem tradução. Viajar é a minha vida.

Se os números falam por si, reúno aproximadamente 30 anos em viagens, mais de 80 países visitados. E o melhor, muitos destes, frequentemente revisitados. Por alguns, a paixão é tão avassaladora que ao retornar sinto tamanha familiaridade pelo lugar que chego a considerá- los santuários de retorno. Uma rota de migração entre meus invernos sul americanos e meus verões transcontinentais. Minhas casas, meu mundo, que compartilho com vocês aqui e de onde estiver. 

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Das minhas inúmeras viagens à Ásia, guardo comigo os cheiros, os sabores e os temperos deste continente tão plural.

Minha China preserva a imagem ícone da casa ulterior, o destino derradeiro da crisálida que empresta sua vida de bicho da seda ao fio da seda, ao se libertar da obrigação e da intenção de fiar. Meu fascínio se derrama aos seus territórios originais, sobretudo a China que não é chinesa, mas que a ela pertence por domínio e força. Sua capacidade de se reinventar para manter-se viva me surpreende ainda hoje.

Minha Índia é o país–subcontinente que mais me ensinou a viajar e a olhar em todas as direções. Dela ouço uma música que é tocada desde sempre, num ritual de músicos intermitentes em vigília em Pushkar ou velo um fogo que arde em Varanasi há 2.500 anos sem cessar. Delicio-me com uma língua que se escuta assobiar. Uma outra que se cultiva apenas para falar com os deuses, só se entoa ou se canta. 

Das montanhas do Himalaia, morada do silêncio, reinos perdidos, povos esquecidos ou nunca conhecidos, descobri a noção de tempo que não é o mesmo que vivemos e uma realidade paralela de céus e gentes que não se repetem. Se, por um momento, abre-se uma fresta e entra a história de um invasor que usurpa o tempo a seu favor, em breve (breve na história humana), essa brecha se fecha e o tempo novamente se recolhe. Os reinos mergulham mais uma vez em suas próprias memórias e na minha também.

De meu Sudeste Asiático, agora tão em voga no turismo brasileiro, foi certamente o Laos que usurpou meu coração, mais propriamente a cidade de Luang Prabang, para onde me mudaria para uma longa estadia, sem pestanejar. Mas, pensando bem, os povos Lao – Thai são todos primos entre si, uma vez que as conjunturas tribais os fizeram perambular, ir e retornar por regiões que hoje compreendem o sul da China, o Vietnã, o Camboja e ainda a Tailândia e Myanmar.

Minha Ásia Central, com seus povos nômades, mantém em predileção o Quirguistão, cuja beleza das paisagens vazias é de uma poesia inigualável. Mas como não me perder também pelas estepes na Mongólia e seus lagos sagrados muito azuis ou eleger alguns verões na Sibéria?

Em minha Península Arábica, guardo ainda uma grande paixão: o Iêmen. Seu muçulmanismo foi para mim uma revelação. Tomo a liberdade em relação a Tim Mackintosh (gosto imensamente da imagem): "Hadramount, como todo o Iêmen, todo o país, seria assim o sorriso de Monalisa, magicamente equilibrado, supremamente adornado e misteriosamente enigmático." Com tudo isso, quem é que vai se importar com ser ou não compreensível? Foi o mais próximo a Meca que já me senti.

De todas essas viagens, além de lembranças e paixões, resultaram roteiros e textos que ressaltam todo esse mosaico de belezas, culturas e povos que é a Ásia, a minha Ásia, que compartilho com vocês. Boa viagem.

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Da África ou das Áfricas, como muito bem afirma minha amiga Daniela Moreau, brota meu encantamento e espanto. Dos parques e reservas nacionais, no Quênia e na Tanzânia, reinos da supremacia da vida animal e das paisagens que se perdem e parecem não terminar jamais, recebo sempre uma carga de 220V, em uma corrente de força e virilidade.

A África apurou meu olhar, que fica intimidado com o tanto que pode ver. Até que aprende a olhar nos detalhes, com perspectiva, e a dialogar com suas preciosas imagens. O olhar da África encara a saavana cuja amplidão abriga a vista infinitas vezes. Fazemos as fotografias da memória e cada quadro tem contornos próprios. O pôr do sol já não é mais só cartão postal.

Sinto a suavidade do ar que faz a cor levitar, emoldurando o salto da Gazela de Thompson que, dali a um quilômetro, iria se deparar com o olhar daquela chita. A gazela saltitava quase tão impunemente como quem, por ignorância, é capaz de desprezar o perigo. E essa imagem tornava minha África ainda mais bela.

O homem africano é observado em um ambiente que, à percepção imediata, soa inabitável, insustentável, irrealizável. Mas, em contrariedade, essa mesma adversidade revela-se magnífica e dadivosa para aqueles que respeitosamente compreenderam como conviver de forma realista e harmoniosa com os princípios desta interdependência entre homem e natureza. A África subsaariana me abre então suas portas. E me oferece uma sequência sem pausas: o homem e os seus desertos, senhores de seus tempos, suas obras, seus fatos e sua História.

Foram por essas Áfricas que me deixei levar. De passagem, em uma das visita ao Mali, hospedei-me em Niafunké, na casa de Ali Ibrahim "Farka" Touré, músico e guitarrista Malinês, que dizia não compreender porque julgavam Timbuctu tão distante. "Era logo ali, Niger acima, perto de minha casa".

Perdida a noção de tempo e espaço (e é muito fácil perdê-la nos encantos da África), de Mopti a Timbuctu, cruzei a porta do deserto malinês; em Agadez, a porta do deserto do Niger; e segui pela travessia do Teneré de Tafassasset, com sua imensidão absoluta. Encontrei-me então no Chade. Da capital D'janema à região do Ennedi e Tibesti, passando por suas catedrais do Saara, entrei no maciço do Ennedi como quem entra num templo. 

Ali, cada bloco de pedra é uma catedral. É pois a catedral em essência. Destes, vou guardar minhas melhores experiências de grandes travessias. Nem mesmo as do Himalaia produziram em mim esse estado total de imersão e deserção. Sim, evadi, deserdei e me deixei abandonar num olhar sem obstáculos que se rendia a um horizonte desnudo e sai dali completamente Livre e Viva.

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Com um título tão vasto, é justo que seja dífícil saber por onde começar. Melhor que seja do início. Onde, pela primeira vez, tudo fez sentido. Observando hoje todo o mundo descobrir o Brasil como a bola da vez, o país do futuro, lembro da primeira vez, há 21 anos, quando eu também descobri um Brasil que fazia sentido: o Parque Nacional do Xingu. 

Naquele tempo, o Xingu parecia tão longe que vivia apenas em meus sonhos. Um sonho que cresceu com as leituras da revista "O Cruzeiro", os programas do Amaral Neto e mais tarde os livros de Darcy Ribeiro. A princípio, eu poderia hipoteticamente pegar um avião, um trem ou navio e ir a qualquer lugar sob a superfície terrestre, mas ao Xingu, era como ir à Lua. Só médicos, cientistas, malabaristas, acrobatas e artistas tinham permissão emitida pelas autoridades para a visita ao local. Por isso, para alguns aventureiros, como eu, ir ao Xingu era como ser tocado pelas estrelas. E eu tive essa sorte. Embarquei de carona com uma equipe médica da Faculdade Paulista de Medicina, responsável pela saúde do parque. A viagem que me levou aos Txucarramães, durou dias. E, minha estadia foi longa. 

O Xingu é como a ponte que atravessa o tempo, cujas leis e ritmos não seguem o nosso padrão de obediência. É uma fotografia da memória nacional, que a gente achou e escondeu para não se falar mais do assunto. Porque o Xingu é um Brasil que deu certo. Da porta da oca, alcança- se o céu. E a Lua flutua sob o tempo, no instante da criação. O Sol vai caindo aos poucos, e os homens vão se recolhendo, trazendo o que lhes deu o rio generoso – agora em repouso. Só o almoço ou apenas o jantar. Para amanhã, vão ter que ir pescar ou caçar. Mais tarde, os homens vão cantar, o Txucarramãe dança o Xingu, como se o pé fosse a mão, como se a boca fosse o pé. Só vão parar se tiver gente doente, então é preciso reverenciar o silêncio. E a noite do Xingu tem o peso de milênios. E, nessa hora, que Deus esteja contigo.

Do Xingu, minhas lembranças se banham em todas as águas: clara, branca e negra – classificação qualitativa de Secchi – que respondem hipoteticamente por 15% de toda a água doce do planeta. Naveguei muitas vezes pelo Rio Negro e por alguns dos seus afluentes: o Branco, o Jaú, o Carabinani. Em lancha voadeira, passei por paranás e igarapés.

E se não bastasse que 3,3 milhões dos 5,5 milhões de km2 da maior floresta tropical úmida do planeta estão em território brasileiro, a beleza da América parece não ter fim. E com o tempo, fui descobrindo novas cores e novos povos, na Guatemala, Honduras, Belize, Panamá, Chile e Argentina. 

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A Sztajn2go tem meu sobrenome: Márcia Sztajn. E nasce das minhas experiências de quase 30 anos em turismo, dos quais 18 anos em regiões fora do turismo convencional ou clássico, em mais de 80 países revisitados por mim constantemente - além de países recentemente abertos à visitação de estrangeiros, ou destinos cuja visitação turística exige complexas estruturas organizacionais, entre outros aspectos. Algumas das regiões onde atuo, tantos anos depois, vem se tornando Mega Trends no mercado nacional. Assim, é através da intimidade, dos meus freqüentes retornos a todas essas regiões, o que me possibilita, a luz da experiência, conhecimento suficiente para elaborar os mais distintos programas de viagem para os mais variados públicos. Essa bagagem eu coloco à sua disposição.
Para a Sztajn2go empresas, o objetivo é semelhante, mas diferente. Nesta, viso a reforçar a capacidade das empresas no segmento turístico para o Oriente e a África. Neste setor, a consultoria trabalha no planejamento estratégico com fins a assessorar as mesmas, ajustando os novos destinos às suas diferentes clientelas.



A Ciscaucásia / Daguestão / Chechênia / Inguchétia e Ossétia do Norte

O norte do Cáucaso possui 7 repáblicas Autánomas. De oeste a leste, são elas: a Repáblica da Adiguéia, Carachai-Circássia, Cabardino-Balcária, Ossétia do Norte, Inguchétia, Chechênia e Daguestão. Nossa viagem pretende desbravar 4 dessas repáblicas autánomas: Daguestão (em 2018, novamente incluímos o vilarejo de Kubachi) - Chechênia - Inguchétia e Ossétia do Norte. Enfatizamos que todos os povos descritos acima são distintos. Por menores que sejam, carregaram ao longo do tempo suas próprias línguas, costumes, trajes, artes e arquiteturas. Em termos etnográficos, sociais e políticos, o Cáucaso é como um continente em miniatura.

Duração: 14 dias, 13 noites
Partida: 25 de agosto de Makhachkala - Daguestão
Categoria: Ousado
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Istambul / Yerevan / Khor Virap / Noravank / Areni/ Garni/ Gegard /Lake Sevan / Dilijan / Haghpat / Tbilisi / Kutaisi / Gelati/ Motsameta / Bakuriani / Gudauri / Telavi / Sheik / Baku/ Istambul

A cordilheira do Grande Cáucaso se estende por 804.67 km pelo istmo do Mar Negro ao Cáspio formando uma barreira maciça entre a Europa e a Ásia. Para os antigos gregos, estas montan- has e terras foram um lugar de mistério e lenda, a "jornada mais remota". Para lá, foram os Argonautas em busca do Velo de Ouro. Desde a época de Heródoto, os autores ainda comen- tam sobre a diversidade linguística e étnica do Cáucaso:, "a montanha das línguas". É, é pra lá que nós vamos.

Duração: 22 dias, 21 noites
Categoria: Moderado
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Bangkok / Yangon / Bagan / Cruzeiro pelo rio Irrawaddy no Flotilla RV Pandaw / Mandalay / Amarapura / Inle Lake / Yangon

"Um homem que nasce, cai em um sonho como um homem cai ao mar. Se ele emergir ao ar livre, como tentam as pessoas inexperientes, ele se afoga.... Não! O caminho é ...seguir o sonho, é mais uma vez seguir o sonho" Joseph Conrad em Lord Jim

Adaptação: a navegação pelo rio Irrawaddy também pode ser realizada com o cruzeiro Road To Mandalay.

Duração: 13 dias, 12 noites
Categoria: Para todos
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Delhi / Agra /Jaipur / Delhi

Desde o antigo mercado de Delhi às modernas avenidas de Bulevar, há um pouco de tudo na capital. Diz-se que a grande mesquita de Delhi, Jami Masjid, é uma cópia da de Meca e do Qutub Minar, um dos mais altos minaretes do mundo. O provérbio local "je na dekkyo Jaiporio to kal menakar kyakario", que significa "se uma pessoa não visitou Jaipur, qual o interesse de ter nascido?", ilustra bem a importância que a capital do Rajastão tem.

Duração: 7 dias, 6 noites Categoria: Para todos
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Delhi / Udaipur / Ranakpur / Jaipur / Agra / Delhi

Da região conhecida como a Rajputana, tem-se a visão magnífica de uma das mais marcantes construções do Rajastão: o Hotel Lake Palace. Da pintura corporal ritual, mehndi ou mehendi, o ato de pintar o corpo com henna. Do conjunto de templos jainas do Monte Abu, está Ranakpur, inteiramente de mármore branco e decorado com uma profusão de esculturas em médios e altos relevos. De Jaipur, impressione-se com o Hawa Mahal (Palácio do Vento), com sua fachada detalhadamente talhada e esculpida. E mais: o Palácio da Cidade, o jantar Mantar e o Observatório Real.

Duração: 9 dias, 8 noites
Categoria: Para todos e Recém-casados
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Delhi / Udaipur / Jodphur / Jaisalmer / Jaipur / Agra / Jansi / Khajuraho / Varanasi

Um roteiro que contemple a extensão desta grandeza no Rajastão, transforma-nos um pouco no personagem de mil e uma noites, combinado à magia dos templos de Khajuraho e aos rituais sagrados em Varanasi, constitui, sem dúvida, um legado de viagem extraordinário.As cidades fortificadas, os saris, os turbantes, a luz intensa de Jaisalmer.

E mais: em Khajuraho - a saga do sexo sagrado e Varanasi (que é quase sempre um susto no coração), passando pelo centro de cultura mogol em Agra e Fatehpur Sikri.

Duração: 16 dias, 15 noites
Categoria: Para todos
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Kunming / Dali / Lijiang / Guilin /Longsheng / Guangzhou

A província montanhosa de Yunnan, na fronteira com Myanmar, Laos e Vietnã é o lar da mais rica variedade de grupos étnicos na China. Suas 24 minorias registradas são responsáveis por 34% da população. Os maiores grupos são os Yi, Bai, Zhuang e Dai. Mas não é só isso. Yunnan se situa numa posição geográfica ímpar, muito perto da zona tropical, mas a grande altitude, por isso é o jardim natural de metade de toda as plantas do país e santuário de inúmeras espécies de animais. Na China, não existe nada igual.

Duração: 19 dias, 18 noites
Categoria: Moderado
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Bangkok / Paro / Thimpu / Punakha / Jakar/ Gangtey / Thimpu / Paro / Bangkok

O pequeno reino budista do Butão está abrigado nas montanhas dos Himalaias. Localizado entre o Tibete e a Índia Subcontinental, esse extraordinário país há décadas iniciou uma bem sucedida política de preservação de seu meio ambiente natural e cultural. E estabeleceu uma marca inigualável: o país tem o maior índice de felicidade. O Butão se declara detentor do maior índice FIT ou seja: o maior índice de Felicidade Interna Bruta.

Dependendo do dia da semana, os voos de Bangkok a Paro variam as escalas via em Calcutá, Daca ou Badogra.

Duração: 12 dias, 11 noites
Categoria: Para todos
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Bangkok/ Paro/ Thimphu / Bangkok

O pequeno reino budista do Butão está abrigado nas montanhas dos Himalaias. Localizado entre o Tibete e a Índia Subcontinental, este extraordinário país conseguiu preservar uma identidade única e manter seu tradicional modo de viver. Os Butaneses têm em grande estima o seu meio ambiente natural e sua cultura, portanto, mantêm políticas saudáveis de controle dos números de visitantes que recebem, o que torna a viagem para ao país ainda mais significante.

Saídas: Diárias. Vôos de e para Paro não são diretos. Dependendo do dia da semana, as escalas são em Calcutá, Daca ou Badogra.

Duração: 09 dias, 10 noites
Categoria: Todos os públicos
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Delhi / Agra / Delhi / Darjiling / Sikkim / Butão / Nepal

Darjiling, a morada dos raios do Himalaia, fica bem próxima à fronteira do Sikkim, que também é caminho natural para o Butão. Mais ao leste, pode-se tomar os rumos do norte de Assam até tocar o Tibete, ou mesmo o norte birmanês. E, assim, prosseguem os muitos caminhos do Himalaia, com suas encruzilhadas de estradas à sombra de imponentes maciços e das maiores montanhas do planeta, em direção aos mais diversos reinos: ora proibidos, ora secretos, ora esquecidos. Este que é um dos cantos mais remotos do planeta exerce verdadeiro fascínio entre os habitantes do vale e das grandes cidades, com seus oásis de silêncio, harmonia e tranqüilidade. Um chamado para o reencontro com a paz e a felicidade.

Duração: 14 dias, 13 noites
Categoria: Ousado
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Istambul / Izmir / Alaçati / Ilha de Chios na Grécia / Bodrum / Istambul

Para quem ama o Oriente, não há melhor porta de entrada do que a Turquia. A história de muitas das suas cidades é um legado fascinante de mitos e lendas. Istambul, herdeira de Bizâncio e Constantinopla, reflete a importância geoestratégica dos Estreitos que interligam a Europa à Ásia. Entretanto, é a sua extraordinária beleza envolvida em inúmeros tons de azul, tanto nas cúpulas e faianças quanto na cor de suas águas, que a faz irresistível. Você vai querer voltar cada vez mais.

Duração: 12 dias, 11 noites
Categoria: Para todos e Recém-casados
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Teerã / Shiraz/ Yazd/ Isfahan / Teerã

Entre o patrimônio histórico e as tradições, o espírito religioso e os desafios da modernidade, esta viagem percorre o Irã - conhecido por milhares de anos como a antiga Pérsia. Terra em que, durante o reinado de Ciro, o Grande, cunhou-se uma das primeiras declarações dos direitos humanos e liberdade. Das tribos dos zoroastristas aos fiéis de Alá, passando pelo universo mágico dos dervixes, o patrimônio religioso do Irã é incontestável e equipara-se ao seu inigualável patrimônio histórico. Mesmo após a revolução islâmica, o Irã não nega o legado de comunhão que propunha Ciro, muito menos esconde as suas mais intrínsecas contradições: o constante embate entre os desejos e apelos da modernidade do mundo ocidental e a ordem e o controle da lei islâmica oriental.

Duração: 12 dias, 11 noites Circuito: Moderado
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São Petersburgo / Moscou / Irkutsk / Ulan Ude / Listvyanka / Ulan Bator / Terelj / Pequim

Na segunda metade do século 19, os estados industriais mais avançados se engajaram em uma competição mundial por vantagens estratégicas, fortunas econômicas e expansão imperial na forma de conquista continental. A ambição da Rússia virou-se em direção à imensa região interior da Sibéria e a distante costa do Pacífico. Nasceria assim a Transiberiana. Da data que remonta aos planos engendrados pelo czar Alexandre III (1891) e aos trabalhos de seu filho e sucessor, Nicolau II, desde a sua efetiva primeira operação e abertura na exposição mundial de 1900 em Paris, a ferrovia permanece como um percurso cinematográfico, convidando você a reviver a saga, o ícone, o mito e a história do maior comboio ferroviário do mundo.

Duração: 23 dias, 22 noites
Categoria: Moderado
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Dubai / Sharjah / Abu Dhabi / Fujairah / Ras Al Khaymah / Península de Musandam / Mascate / Dubai

A partir do século XX, as histórias das Arábias mudaram radicalmente. Nesse novo capítulo de sua trajetória, um intrigante clube seleto de países monárquicos convida-nos a uma visita mais prolongada. Misteriosos, empreendedores, transformadores, performáticos e sedutores, dão exemplos do que determinadas sociedades podem viabilizar quando providas de recursos. Entre as "Capitais do Ouro Negro", há membros que, diante das perspectivas de redução e até esgotamento das suas reversas petrolíferas, têm diversificado suas economias. Assim, ao que parece, a "chuva de ouro negro" dará vez e substrato a um novo ciclo de prosperidade: a "chuva de turistas".

Duração: 14 dias, 13 noites. Opcional de Extensão de 2 noites em BAHRAIN.
Categoria: Para todos
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Pequim / Xian / Dunhuang / Urumqi / Lago Tianchi / Kasghar / Passo Torugat / Quirguistão / Uzbequistão

De Pequim até a imensa Bacia Semidesértica do Tarim, iremos buscar obras monumentais, como a Grande Muralha; as Grutas de Mogao e suas relíquias guardadas no alto da falésia; a tumba do mítico imperador Houang-ti e seu Exército de Terracota; e a cidade de Kashi, antigamente denominada Kashgar, o último ponto da Rota da Seda no território chinês. Cruzaremos o Passo Torugat, uma remota fronteira encravada na Cordilheira Tian Shan. E assim, por terra, faremos nossa entrada na Ásia Central, chegando à República do Quirguistão – lar dos nômades. Por fim, encerraremos nosso percurso no Uzbequistão, patrimônio histórico sem equivalente.

Duração: 29 dias, 25 noites
Categoria: Para todos
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Quirguistão / Cazaquistão / Uzbequistão / Tadjiquistão / Turcomenistão

A "nossa" Estrada da Seda tornada obsoleta pelo navegador Vasco da Gama, há muito tempo emergiu da obscuridade. Hoje, é a vez das caravanas de turistas transitarem pela legendária rota, percorrendo territórios mais remotos e inexplorados. Todos fascinantes na sua diversidade e surpreendentes na busca de suas novas identidades.

Duração: 19 dias, 18 noites
Categoria: Ousado
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Ubud / Uluwatu / Nusa Lembongan / Denpasar

Como um colar de jóias perfilando um mar de coral, as mais de 17 mil ilhas (sendo 6 mil inabitadas) que compõem o maior arquipélago do mundo – a República da Indonésia – capital Jacarta – emerge através da linha do Equador, do oceano Índico ao Pacífico. Entretanto, é a pequena ilha de Bali, com 5620km2 de área, uma das 33 províncias da Indonésia, densamente habitada (aproximadamente 2,9 milhões de pessoas), que responde por uma das maiores notoriedades ao país.Localizada no centro do arquipélago e muito reconhecida pela beleza de suas praias de ondas perfeitas, abriga uma das mais instigantes culturas de toda a região.

Duração: 07 dias, 06 noites Extensões: Ilha de Sumba (3 a 5 noites) e Ilha de Moyo (3 noites)
Categoria: Para todos e Recém-casados
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Bangkok / Ubud / Besakhi / Semeniak / Bangkok / Ayutthaya / Chiang Mai / Phuket / Phi Phi / Bangkok

Do esplendor das centenas de "Chedi", templos em forma de agulhas douradas, na Tailândia, às ruínas daquela que teria sido uma das maiores cidades da Ásia – Ayutthaya, e ainda à beleza estonteante das praias muito brancas de um tranqüilo mar azul-turquesa em Ko Phuket, e aos belíssimos terraços de arroz de Ubud em Bali.

Duração: 17 dias, 16 noites
Categoria: Para todos e Recém-casados
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Bangkok / Damnoen Saduak / Vientiane/ Luang Prabang / Hanoi / Halong Bay / Hoi An / Hue / Ho Chi Minh

Mega-destinos asiáticos assediados por países europeus e do Oriente já há alguns anos, têm visto um extraordinário crescimento no número de visitação. Em 2011, o Vietnã teve um crescimento de 22%, seguido do Camboja (18%), Tailândia (12%) e Laos (11%). Agora, esses destinos caíram como uma luva no gosto dos brasileiros. Por quê?Por causa da infra- estrutura de hotelaria e serviços, amabilidade dos habitantes, patrimônio cultural, culinária e gastronomia, todos impecáveis e inesperados.

Duração: 21 dias / 20 noites
Categoria: Para todos
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Delhi / Leh / Delhi

Em poucas palavras, é o Himalaia. Sempre foi considerado o pequeno Tibete. E, não está ocupado, mas sim, integrado ao território Indiano.Há, nos mais recônditos confins do planeta, muitos candidatos ao título de "a última Shangri-lá", a fronteira derradeira no limiar da existência. Entretanto, o Ladakh parece estar em um privilegiado lugar, ocupando nada menos que o endereço emocional no inconsciente coletivo dos viajantes do horizonte perdido.

Duração: 5 dias, 4 noites
Categoria: Ousado-moderado
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Como o tempo disponível para compras em viagens, de forma geral, é normalmente escasso, muitos de nós acabam por consumir sem tempo para usufruir ou simplesmente desistem. Assim, pensar em uma viagem que venha a combinar esses interesses pode ser uma experiência agradável diante de alguns destinos com uma oferta de produtos notadamente distinta e muito atrativa.

Com um planejamento prévio e conhecimento do que, onde e quando comprar, pode-se ir longe. Enquanto as marcas internacionalmente conhecidas podem ser facilmente localizadas, no Oriente a gama e as especialidades são tantas que o melhor é você ter o mapa da mina, montado de acordo com os seus interesses, dentro do limite do que é possível e viável em se colocar na bagagem.

Pense nisso. Escolha o destino e fale comigo.

 

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